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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

FELIZ NATAL A TODOS!!

FELIZ NATAL A TODOS O S AMIGOS, MUITA PAZ, SAUDE E CLARO...PRESENTES....

UM GRANDE BEIJO A TODAS AS MAMAES E SEUS LINDOS BEBES!!!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

O QUE FAZER SE SEU FILHO NÃO QUER COMER??

Para entender todo o processo de recusa alimentar, inicialmente deve-se realizar avaliação médica, com o intuito de excluir as causas orgânicas decorrentes de patologias específicas. Tal investigação não deverá ser de inicio extensiva, o que poderá alarmar ainda mais os pais. Exames específicos só deverão ser solicitados quando houver uma indicação clínica

No atendimento a criança que não come, a avaliação global da saúde associado a determinação do estado nutricional, são aspectos de fundamental importância para demonstrar aos pais que apesar da recusa alimentar, muitas vezes, a criança apresenta bom estado de higidez. A técnica de mensurar peso e estatura e avaliar o comportamento da curva de crescimento em função da idade, é um recurso interessante para tranqüilizar os responsáveis, que devem estar cientes de que se a criança está evoluindo dentro do esperado para a idade, provavelmente está consumindo o suficiente, apesar de muitas vezes não estar qualitativamente adequado .

5. Referências Bibliográficas

1. ANDRADE, T. M. e cols. Crianças que não comem: um estudo psicológico da queixa materna. Rev Paul Pediatria; (20)1: 30-36, 2002.
2. ARVEDSON, J.C. Behavioral issues and implications with pediatric feeding disorders. Semin Speech Lang; 18(1):51-69Outro fator importante na caracterização desta situação e’ verificar as expectativas e conhecimentos dos responsáveis sobre alimentação infantil, com o objetivo de investigar o habito alimentar da criança (horários, alimentos preferidos e rejeitados, oferta e aceitação), avaliar o grau de ansiedade presente (buscar o real significado da queixa) e a dinâmica familiar no horário das refeições, ou seja, qual a atitude dos pais frente a recusa alimentar . É interessante, mas os alimentos apresentados em contextos sócios positivos tendem a ser palatáveis, com elevado teor de gordura, açúcar e sal, enquanto que os alimentos menos palatáveis, são apresentados em contextos sociais negativos, quando as crianças são coagidas a comer ou quando os alimentos são ingeridos para obter recompensa.
Freqüentemente observa-se a utilização de estimulantes do apetite, sob a forma de suplementos vitamínicos e minerais. Contudo, estes só são recomendados quando a criança apresenta alguma deficiência nutricional. Estudo realizado em Pelotas sobre a utilização de medicamentos em crianças revelou que os mais utilizados são: acetilsalicilico, antigripais e estimulantes do apetite; de modo que ser primogênito foi considerado um fator de risco para o consumo 5. Este mesmo achado foi verificado em um outro estudo similar, que constatou que 54% das mães relataram o uso deste medicamento, sendo o maior uso nos primogênitos (principalmente meninos), com idade de 2 a 4 anos .
Com relação à eficácia destes suplementos / estimulantes do apetite, estudos demonstram resultados contraditórios, provavelmente em decorrência a variedade de fatores associados. Investigação realizada combinando-se multivitaminicos, multiminerais com adição de ferro no tratamento de crianças de 18 a 30 meses, com diagnostico de anemia, baixa estatura e limitação de apetite apontou que após 6 semanas de intervenção, os níveis de ferro normalizaram-se, mas não houve modificação no apetite e nem no crescimento . Já outro estudo referente a suplementação com ferro demonstrou melhora significativa nos níveis de ferritina associado aumento do apetite .
É valido ressaltar que a suplementação muitas vezes trata-se de uma alternativa para diminuir o grau de ansiedade dos pais, o que pode favorecer uma melhor aceitação alimentar não pelo uso do medicamento, mas pela diminuição da cobrança pelos pais .
A conduta nutricional adotada para prevenção e tratamento nestes casos baseia-se nos princípios da preservação do apetite, visto que as atitudes e reações mais comuns diante da inapetência são o desespero, uso da força, insistência e imposição dos alimentos, fatores que agravam ainda mais a recusa alimentar. De um modo geral, os pais devem ser orientados sobre:
  • Respeitar o direito da criança ter preferências e aversões;
  • Oferecer os alimentos em quantidades pequenas para encorajar a criança a comer. É comum às mães oferecerem mais comida do que a criança consegue assimilar, provavelmente, em virtude do fato de que e’ difícil para a mãe definir as reais necessidades de seu filho;
  • Não forçar, ameaçar punir ou obrigar a criança comer, assim como não oferecer recompensas e agrados, atitudes que reforçam a recusa alimentar e desgastam pais e filhos;
  • Não utilizar subterfúgios tais como o famoso "aviãozinho ou trenzinho"; visto que tais atitudes desviam a atenção e comprometem a percepção dos alimentos;
  • Não demonstrar irritação ou ansiedade no momento da recusa. A criança deve sentir-se confortável no momento da refeição;
  • Estabelecer o tempo de duração e os horários das refeições, evitando a oferta de alimentos a todo o momento;
  • Apresentar os pratos de maneira agradável, com textura própria para a idade, evitando a monotonia alimentar, fator este que interfere de modo significativo na formação do habito alimentar da criança;
  • Durante a refeição, o ambiente deve ser agradável, na ausência de ruídos, o que distrai a atenção da criança;
  • Participação da criança durante preparo dos alimentos e na montagem do seu prato, uma atitude que incentiva a criança a comer e a estimula a participar das tarefas domesticas;
  • Respeitar as oscilações passageiras do apetite, as quais ocorrem normalmente em todos os indivíduos;
  • Não disfarçar os alimentos, para que a criança saiba o que esta’ comendo, favorecendo o aprendizado e a identificação de texturas e sabores;
  • Para as crianças que ingerem grandes quantidades de leite, deve-se diminuir o volume e a freqüência, uma vez que líquidos suprem a sensação de fome.
A intervenção consiste na analise e discussão de todos os dados coletados durante a anamnese tanto clinica quanto nutricional para a definição de condutas e prioridades de cada caso, focalizando as modificações no relacionamento da mãe e do filho.

domingo, 31 de julho de 2011

DICAS PARA O PRIMEIRO BANHO DO BEBÊ

Antigamente os bebês esperavam alguns dias para ter a experiência do primeiro banho, pois os pediatras recomendam a higiene a seco até a queda do coto umbilical. Porém, em muitas maternidades atualmente o recém-nascido entra na banheirinha logo depois do parto.
No caso dos meus filhos o primeiro banho foi dado na maternidade com muita água morna e sabonete neutro, justamente para remover as secreções do parto, que podem ocasionar contaminação, disse pra mim a  a pediatra neonatal Eliane Posnik. Este procedimento é feito geralmente na primeira hora de vida nos recém-nascidos que nascem em boas condições.
Segundo o pediatra atual dos meus filhos, Dr. Moacir Silva, o banho seco não é mais recomendado, pois o temor de molhar o coto umbilical era para que ele secasse, caísse mais rapidamente e não houvesse contaminação. Hoje os médicos sabem que fazendo a higiene com água esterilizada, sabonete neutro antisséptico e álcool a 70%, a área gelatinosa do umbigo se mantém limpa e seca para que a queda ocorra entre 5  a 15 dias em média.
Como cada pediatra segue uma linha, uns mais tradicionais, outros mais modernos, para não haver surpresas, procure conversar com seu médico sobre o assunto e definir qual procedimento será usado com o seu filho.


Um abraço  e até a proxima...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

DICAS PARA O ENXOVAL DO SEU BEBE

Saiba o que comprar para o seu bebê, na medida certa

1.  03 conjuntos de lençóis para o berço, 2 protetores laterais de berço e 1 manta.


2. Para a higiene diária, compre 1 pacote de fraldas descartáveis tamanho pequeno, 6 fraldas de pano para limpar o rosto durante a amamentação, 2 toalhas de banho. O bebê usa mais de 200 fraldas em um mês, mas não faça estoques antes de saber com qual marca ele se adapta melhor e não tem alergia.


3. Para vestir o bebê, compre 6 conjuntinhos de camiseta, casaquinho e calça. Compre 3 macacões curtos e 6 compridos. Compre 2 casacos de malha fina ou linha e 4 pares de meia, 06 body.


4. Caso o bebê nasça no inverno, compre 1 touca e 2 casaquinhos de lã e mais alguns macacões compridos.

5. Não esqueça de comprar um travesseiro anti refluxo, é muito bom

Um abraço e até a próxima



Atenção:


1. Não exagere no enxoval. Depois de 1 mês as roupas já não cabem mais no recém-nascido.







segunda-feira, 6 de junho de 2011

VAMOS FAZER NOSSO BEBE DORMIR A NOITE INTEIRA

NESSE FRIOZINHO, NADA MELHOR DO QUE DORMIR BEM ABRAÇADINHO COM UM BEBE TODO CHEIROSINHO!!!CERTO? NÃO. ERRADO. MESMO NO FRIO, POR MAIS DOR QUE DE NO SEU CORAÇÃO, SEU FILHOTE PRECISA DORMIR NO QUARTO DELE. O MAXIMO QUE VOCE PODE FAZER É DEITAR EM SUA CAMINHA OU AO LADO DO BERÇO ATE´QUE ELE(A) PEGUE NO SONO. SE NÃO ELE VAI ACOSTUMAR A DORMIR COM VOCÊ E PARA TIRAR DEPOIS, É MUITO DIFÍCIL.
ALEM DE QUE QUANDO DORMEM NA CAMA CONOSCO + O PAI, NINGUEM DORME BEM, NEM MESMO O BEBÊ, NOTE QUE ELE SE MECHE O TEMPO TODO, NÃO DEIXANDO NINGUÉM DORMIR DIREITO.ALÉM DO QUE AINDA NÃO INVENTARAM UMA CAMA PARA TRÊS, NÃO É?

A EXCEÇÃO VAI PARA AQUELA MÃE OU MESMO AQUELE PAI QUE JÁ DORME SOZINHO MESMO. AÍ SIM, NADA MELHOR DO QUE TER ESSE SER TÃO INDEFESO AO NOSSO LADO. MAS PERA AÍ... CUIDADO NÃO VAI SE APROVEITAR E MANDAR SEU COMPANHEIRO PARA O SOFÁ!!!!

BEIJOS E ATÉ A PRÓXIMA

domingo, 8 de maio de 2011

DIA DAS MÃES

GOSTARIA DE DESEJAR UM FELIZ DIA DAS MÃES A TODAS AS MÃES QUE VISUALIZAREM ESSE BLOG.

PARABENS A T
ODAS!!!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

COMO ACALMAR O CHORO DO BEBÊ

Para acalmar o choro do bebê, primeiro você precisa saber identificar porque ele está chorando.

O choro é a única forma do bebê comunicar o que deseja, especialmente nos primeiros meses de vida. É a forma de ele se expressar antes que seja capaz de dizer as primeiras palavras. No recém-nascido, é considerado um ato reflexo. “Com o tempo, ele se modifica. O bebê começa a reconhecer o ambiente em que vive e isso vai alterando seu comportamento”, explica a pediatra Devani Pires, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. A partir do terceiro mês, a criança passa a entender que, ao precisar de algo, basta abrir o berreiro. Aí, nessa fase, o choro passa a ser voluntário
Os bebês choram geralmente quando têm fome, sono, frio ou calor. Eles também põem a boca no mundo se sentem algum tipo de dor, sujam a fralda, estão com uma roupa desconfortável ou numa posição incômoda.

Para acalmar o choro do bebê em primeiro lugar, certifique-se de que ele não está com fome, sono ou com a fralda suja. Cheque também se o motivo da bronca não é calor ou frio. Quando o pequeno tem a reclamação atendida, costuma parar com o chororô. Mas, às vezes, o bebê está apenas pedindo um pouco de afago da mãe. Tente se aproximar do pequeno e falar em tom afetuoso frases como “Calma, filho, a mamãe está aqui”.

Outra saída é o uso do método “mamãe canguru”. Essa técnica é considerada por médicos e enfermeiros a melhor maneira de estreitar o contato entre mãe e filho. Isso porque o pequeno é colocado próximo ao corpo materno, com a ajuda de uma faixa de tecido – daí o nome. Visto com bons olhos por especialistas e mamães de primeira viagem, o método canguru costuma apresentar bons resultados, especialmente com bebês prematuros. Uma forma de pôr essa estratégia em prática é apelar para o sling, um acessório feito de pano amarrado ao ombro. Ele traz segurança e conforto à criança.
 
É fundamental conferir se está tudo bem com o bebê quando ele chora. Feito isso, os pais podem deixá-lo choramingando desde que se mantenham por perto. Uma dica é conversar com ele, contar histórias, cantar canções de ninar e passar a mão pela sua barriga. Não é necessário dar colo sempre que a criança chora. Muitas vezes, é aí que começa o mimo em excesso.
 
 Mas o que fazer se o bebê não para de chorar mesmo com as várias tentativas dos pais de acalmá-lo?Converse sempre com o pediatra para obter orientações de como proceder nesses casos e procure a ajuda de especialistas se o seu filho apresentar um choro diferente ou algum sintoma como febre, tosse, erupções na pele, diarreia, vômito, abdômen inchado, falta de contato visual e estado de quietude anormal.

Existem síndromes e doenças que comprometem o choro do bebê. A psicomotricista Dione Macêdo, que trabalha na Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), do Rio Grande do Norte, costuma lidar com crianças que apresentam choros anormais desde os primeiros dias de vida. De acordo com ela, quem tem problemas neurológicos sérios, por exemplo, pode apresentar uma irritabilidade contínua e um choro estridente e muito nervoso. Em outros casos, como bebês com cardiopatias graves, o choro geralmente é fraco.
 
 
Um abraço e até a próxima!